THE AUDITION

 

Um espetáculo de dança-teatro para dois bailarinos maduros

Duração aproximada: 50 minutos

 

 

Acha que tem o que é preciso para ser uma verdadeira estrela? Sempre sonhou em viver no estrelato e pisar os grandes palcos do mundo? Então venha a Amazing Talent!, um programa onde não basta ser bom, tem de ser o melhor! Mostre o que vale e se tiver talento, nós garantimos a fama!

 

 

Concepção e direcção: Andrea Gabilondo

Co-criação e interpretação: Alberto Magno e Andrea Gabilondo

Video: Luis Miguel Pereira

Figurinos: Anna Blackburn

Sonoplastia: Andrea Gabilondo

Fotografia: Joana Faria

 

Pelo céu cor de violeta que lindo, que lindo vai o poeta… É assim que dá início a viagem inverosímil de um poeta que tenta na sua cozinha seguir uma receita.

Cada passo que ele dá transforma-se numa ideia: gatos, cavalos e nuvens e épicas situações.

Uma viagem ao imaginário representado por texto, sons, movimento e objetos. 

 

 

Concepção e direcção: Andrea Gabilondo

Texto: Eugénio de Andrade

Co-criação e interpretação: Rui Oliveira

Programação: Rute Pimenta (Uma encomenda do Serviço Educativo do Teatro Campo Alegre)

Sonoplastia: Daniel Padure

Criação de cenário: Américo Castanheira/Tudo Faço

 

 

 

 

AQUELA NUVEM...

 

Um espetáculo de teatro-físico para crianças dos 3 aos 120 anos

Duração aproximada: 45 minutos

 

2014

Uma mesa de escritório num canto, uma mulher de negócios vestida a rigor que entra e avança com a intenção de começar a trabalhar. Mas o percurso desde o ponto de entrada até ao seu objectivo está marcado por inesperadas situações repletas de conflito, ora porque tem problemas com a sua pasta ou com os seus sapatos, porque se esquece para onde vai, ora porque é distraída por acontecimentos fora deste espaço ou interrompida pelo telemóvel.

Cada situação dá origem a elementos coreográficos que utilizam não só o movimento corporal, como também o gesto e a voz, criando por momentos situações cómicas, por outros desesperadas. A grande incógnita é se esta mulher conseguirá chegar à sua secretária e começar a trabalhar...

 

 

Concepção e Coreografia: Andrea Gabilondo

Interpretação: Isabel Agonia

Desenho de luz e imagem: Rui Santos

Produção: La Marmita

Co-produção: CIA|in progress e La Marmita

 

 

SOLO PARA UMA SECRETÁRIA

 

Um espetáculo de dança-teatro para uma bailarina

Duração aproximada: 40 minutos

 

2012

CABARET DADA

 

 

 

Todos compreendemos as dificuldades que os intérpretes atravessam quando sobem ao palco. Mas o que acontece quando a performer é simultaneamente bailarina, coreógrafa, criadora, directora, actriz e todas as outras profissões de palco em simultâneo?... STRESS!

 

Em “História da Dança e Psicologia dos Intérpretes e Criadores em 5 Minutos”, uma peça de dança-teatro que não tem realmente 5 minutos, serão retratados, de forma satírica, os mais variados dramas associados às profissões de palco, em tom de conversa, de aula e principalmente de desabafo.

 

 

Concepção, Coreografia, Direcção Artística, Direcção de Cena, Interpretação (entre muitas outras tarefas): Andrea Gabilondo

Produtora, Assistente de produção, Assistente de palco, Operadora de luz e de som, Contra-regra (etc, etc, etc.): Joana Faria

Produção: La Marmita, em parceria com La Marmita, com apoio La Marmita, no espaço La Marmita

 

 

 

 

HISTÓRIA DA DANÇA E PSICOLOGIA DOS INTÉRPRETES E CRIADORES EM 5 MINUTOS

 

Coreografia teatral para uma bailarina

Duração aproximada: 50 minutos

 

2010

EMENTA DO DIA

 

Um espectáculo infomal composto por sketches, performances e cenas de espectáculos de criações próprias.

Sabe o que fazer num restaurante: entrar, sentar, ver a lista de pratos, fazer o seu pedido e desfrutar da sua refeição. Certo? Óptimo! Agora vá ao teatro e faça exactamente o mesmo!

Em Ementa do Dia tem na plateia um menu à sua espera. Peça todos os pratos performativos que desejar da lista e veja o seu prato ser servido no palco. Você é que decide o que é apresentado. Que tal lhe soa um Bolo Anarquista com Azeitonas Indecisas? Ou um esparguete andante? Talvez um Chop Suey Surpresa? Traga uma fome insaciável e aprecie todos os pratos que quiser!

 

Ementa do Dia é um espectáculo que coloca a tónica na interacção entre o público e os performers, dando ao espectador o poder de decisão daquilo que acontece em palco. É apresentada uma lista de “pratos” à semelhança de um menu de restaurante, que consistem em sketches, cenas curtas ou improvisações de duração variável (entre 5 a 15 minutos) escolhidas pelos espectadores individualmente. Não há limite de pedido de pratos por pessoa e o mesmo prato pode ser servido mais do que uma vez (com algumas excepções devidamente identificadas). Trata-se de um espectáculo informal composto por uma série de cenas curtas e individuais sem ordem definida e sem ligação entre elas. Apesar de não seguir uma linha narrativa, todos os pratos performativos têm um carácter cómico, transformando toda a experiência numa comédia flexível.

2007

THE BATTLE OF THE SNEEZING STAGE
WHEN I HEAR POINT SHOES IT HURTS
TILICHES, TAMBACHES E CACHIVACHES

Um espectáculo de teatro-físico baseado nos contos de rádio escritos por Francisco Gabilondo Soler

Duração aproximada: 50 minutos

2006

Reflectindo ironicamente temas como a morte e convenções humanas que escravizam os seres humanos, a acção de Heaven decorre num espaço intemporal onde as personagens, executivos de sucesso, se encontram presentes para um elegante jantar.

 

Cinco intérpretes dão corpo às personagens que revelam uma alta auto-estima, num universo de ilusões que vai ruindo à medida que são confrontados com a fragilidade existencial. A coreografia recolhe elementos expressionistas, fundindo movimentos contrastantes e denunciando a futilidade e superficialidade de um mundo em que as aparências se revelam superiores à realidade.

 

Concepção e Coreografia: Andrea Gabilondo

Realização de Vídeo: Luís Miguel Sousa

Desenho de Liz: Rui Damas

Espaço cénico e figurinos: Susanne Rӧsler

Assistente de Produção: Claudia Wolf, Christina Zimmermann

Intérpretes: Elsa Pierry-Grammare, Freddy Trinidad, Martin Mühlenweg, Nardo Vogt, Viriato Morais

Produção: La Marmita

Co-Produção: Arena

HEAVEN

2004

TELENOVELA / HOJE À TARDE

 

Coreografia teatral para um actor e uma bailarina

Telenovela (originalmente intitulado “Hoje à Tarde") é um espectáculo de Dança-teatro para um actor e uma bailarina cuja realização criativa é resultado de uma estreita colaboração entre a coreografia e o trabalho de vídeo, jogando com a estrutura das novelas, ou seja, seguindo a forma de série que interliga episódios de diferentes linhas narrativas.

 

O espectáculo explora vários recursos da expressão humana e o fascínio pelos contadores de histórias, pela essência da vida doméstica e pela imaginação romântica e o que estas narrativas podem dizer sobre a vida real e a fantasia das mulheres e dos homens.

 

 

Concepção e Coreografia: Andrea Gabilondo

Colaboração Criativa: Luciano Amarelo

Intérpretes: Andrea Gabilondo, Luciano Amarelo

Realização de Vídeo: Hélder Dias

Desenho de Luz: Rui Damas

Espaço Cénico e figurinos: Susanne Rosler

Montagem: Octávio Oliveira

Assitentes de Ensaios: Ana D’ Andrea, Tilike Coelho

Produção: La Marmita

2003

UM DIA DIFÍCIL

Sátira coreográfica que gira em torno do stress causado pelas situações limite a que, mais tarde ou mais cedo, todos estamos sujeitos.

“Um dia difícil” é tão absurdo que não pode ser mais real... "divertissement", jogo com uma situação quotidiana, brinca com o comum não chegando a ultrapassar a comicidade da própria vida.

 

Concepção e Coreografia: Andrea Gabilondo 

Interpretação: Andrea Gabilondo

Cenário e figurinos: Susanne Rosler

Co-Produção: La Marmita e Dois Pontos

 

 

2002

A Porta Aberta é um espectáculo de dança, cujo percurso cénico-coreográfico partindo do mito das Parcas, filhas da noite e criadoras do fio da vida e da morte, percorre o simbolismo universal do fio – fio cósmico, fio da união do princípio e do fim, fio que nos fala das capacidades deste mundo e das oportunidades perdidas. Um fio com múltiplos significados.

 

Servindo-se do movimento e das emoções por ele desencadeadas, a intérprete desenvolve uma fantasmagoria de lugares e situações que ganham vida através das reacções e das expressões do corpo – um corpo à volta da luz, uma luz à volta do corpo. Uma personagem que procura uma porta, uma porta aberta, um destino. Viagem labiríntica tal como a vida.

 

A Porta Aberta utiliza o mundo do sonho. Um mundo de passagens – consciência do que não pode ser visto nem ouvido no quotidiano, mas sentido. Consciencialização das limitações do ser humano e da impossibilidade de uniformizar a actividade humana. Compreensão de que a vida pode não ter sentido, mas que mesmo assim é um jogo apaixonante.

 

 

Concepção, coreografia e interpretação: Andrea Gabilondo

Desenho de luz: Rui Damas

Produção: La Marmita

A PORTA ABERTA

ISTO É... O QUE É ISTO?

 

Um espectáculo de dança para crianças dos 4 aos 10 anos

Duração: 45 minutos

"Isto é... o que é Isto?" é uma coreografia que joga com os elementos do espaço, fazendo de cada ponto do palco um lugar de encontro com o insólito, com o inesperado, aliando ao mesmo tempo o uso de adereços que contam uma história.

Este espectáculo tem como principal objectivo a dinamização do encontro entre os intérpretes e o público infantil, partindo do facto de a imaginação da criação poder ser ainda mais rica e activa quando os elementos apresentados são sugeridos, quando se joga com o absurdo de uma história, quando os adereços se transformam em elementos insólitos e quando os movimentos delineiam a personagem sem a fazer óbvia e aborrecida. O tempo-ritmo dentro das várias histórias é mais um elemento de coesão num mundo "mágico", onde se pretende que as crianças participem activa e imaginativamente como espectadores e intervenientes.

Começando com um bailarino que corre para o proscénio e diz: “Isto é perto!”, para logo correr para o fundo e gritar “isto é looonge!!”, inicia-se "Isto é... o que é isto?", um espectáculo dirigido ao público infantil.

 

Concepção e coreografia: Andrea Gabilondo

Intérpretes: Ana D’ Andrea / Elena Martynova – Andrea Gabilondo – António Portela – Susanne Rosler

Desenho de Luz: Rui Damas

Figurinos e Adereços: Susanne Rosler

Montagem de cenário: Júlio Alves

Assistente de produção: Joana Oliveira

Produção: La Marmita

Co-produção: Festival da Fábrica 2002

SEQUENZA

2001

ATEM
OS CONVIDADOS
XA HEI PAPARATA TE

1999

A VOZ DE MELPÓMENE
A ENTREVISTA
HIPERACUSIA
A CADEIRA

A personagem prepara-se para uma importante entrevista, mas tudo corre mal. A coreografía é tão absurda que não pode ser mais real. A Entrevista é uma sátira coreográfica, um "divertissement". Jogando com situações comuns a todos nós, torna-se uma coreografia de "situações quotidianamente extremas".

“Os vereadores de Pelota aprovaram, no início de Abril, uma lei municipal que obriga as agências bancárias a fixarem uma placa – em local visível – informando que o tempo máximo de permanência na fila não poderá exceder os 30 minutos”.

Situações como esta, noticiadas num jornal Lisboeta deram origem à ideia de esperar, repesar burocráticas, esperas médicas... a espera de ser atendido que parece prolongar-se até ao infinito.

“A Entrevista” é uma coreografia inspirada no Teatro do Absurdo, isto implica que foi concebida para ser irracional, tanto dramática como cronologicamente.

Há uma divisão entre o corpo e o intelecto dentro da obra e um elemento surpresa no final. O movimento está irrigado por diferentes visões de si próprio e da situação exterior que se exprime em frases coreográficas desesperadas.

 

 

Coreografia e Interpretação: Andrea Gabilondo

Figuração: Susanne Rosler e Teresa Matos

Construção do cenário: Pé de Vento

Desenho de luz: Rui Lima

Operação de Luz: António Pedro Soares

Produção: La Marmita

 

© Rui Santos

A luz da plateia apaga lentamente, a orquestra afina e as notas no palco elevam-se... é mais uma noite na ópera, onde vemos o corpo cantante como representação de prazer e de dor, como desejável e desejoso e também como doente e em sofrimento, já que na ópera tudo  isto se mistura.

A ópera é uma arte performativa que sempre andou obcecada pela morte, onde as vítimas são frequentemente as mulheres. Mulheres mortas, mortas tantas vezes. Há aquelas que morrem esfaqueadas, aquelas que morrem só assim, de medo, de desgosto, de ansiedade ou de amor. Há aquelas que morrem envenenadas, enforcadas, mortes violentas, mortes líricas, mortes eloquentes ou silenciosas.

Mas porque são constantemente estas heroínas castigadas? No momento em que estas mulheres deixam a sua função ornamental, caem abandonadas ou mortas.

São imagens femininas de uma época e ainda de certas culturas.

Turandot resiste ao violador mongol; Tosca resiste à polícia; Carmen e Violeta resistem às convenções sociais; Norma resiste a Roma. Não se enquadram na conduta esperada. Portanto, têm de morrer; mas sempre há esta constante: morte pelo ou por causa dos homens, como na realidade.

“A minha glória acabou” – queixa-se Turandor – é a última aventura da lua livre, o sol masculino levanta-se, a lua põe-se, o senhor soberano e o dia vencem, escapar é um crime”.

A criação desta coreografia é fruto de uma pesquisa de vários libretos, e envolveu, ao nível da escolha musical uma sobreposição de excertos da ópera italiana. É a Sequenza 3 para voz feminina de Luciano Berio, que estabelece o fio condutor da personagem. O que vemos no palco é o resultado da visão desta personagem, por vezes cantado, por vezes dançando, numa coreografia de teatro/musical.

 

 

Concepção e Coreografia: Andrea Gabilondo

Interpretação: Sílvia Mateus

Desenho de Luz: Rui Damas

Figurinos e Adereços: Susanne Rosler

Co-produção: La Marmita e Pé de Vento

© Joana Faria

1997

1998

PARALELEPÍPEDO

2000

 

Criadores e Intérpretes: Andrea Gabilondo, Nuno Marques Pinto, António Lago, Vanessa Martins

Assistência à produção: Arminda Sousa Reis, Maria João Silva, Rafael Cortés, Maria Joana Laranjeira, Miguel Ângelo Silva

Co-produção: La Marmita, Ossos do Ofício, Projecto Momo

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

“A Cadeira” surge a partir do interesse em criar uma coreografia a solo sobre o início do ciclo da vida e a evolução do ser humano até à sua própria autodestruição. Fazendo uso de um vocabulário coreográfico e de metodologias de composição de influência oriental, “A Cadeira” encontra em “A brief history of time” de Stephen Hawking e “Beginnings” de Asimov um importante ponto de apoio.

O corpo dançante vai-se transformando através do percurso pelas diferentes etapas da evolução e o trabalho que se desenvolve baseia-se na capacidade expressiva do movimento gerado de dentro para fora a partir da memória sensorial.

A intuição e a improvisação orientaram o processo criativo, desde a pesquisa do material coreográfico bem como na sua selecção e composição final, mantendo ao mesmo tempo uma dramaturgia cinética rigorosa.

 

Coreografia e interpretação: Andrea Gabilondo

Figuração: Susanne Rosler

Figurinos: Andrea Gabilondo

Adereços: Robert Glassburner

Desenho de Luz: Rui Lima

Operação de Luz: António Pedro Soares

Produção: La Marmita

Coreografia teatral que utiliza elementos cénicos do drama em diferentes épocas, bem como diversas técnicas de montagem, desde o simbolismo até à Dança-Teatro. Não constitui uma simples narração da história do teatro, mas sim uma recriação pessoal deste.

As cenas dramáticas entrelaçam-se com “situações” ou dramas do quotidiano dos artistas, e nas diferentes cenas percorrem-se portanto grandes e pequenos dramas. Daí o nome da peça “A voz de Melpómene”, musa do drama.

 

 

Coreografia: Andrea Gabilondo

Interpretação: Linda Green (viola), Robert Glassburner (fagote, contrafagote e saxofone) António Portela, Susanne Rosler, Andrea Gabilondo

Desenho de Luz: Rui Damas

Realização de Adereços: Jennifer Pruitt

Produção: La Marmita

Coreografia didáctica para um actor e cinco bailarinos.

Espectáculo para crianças, com a duração de 45 minutos.

Espectáculo inserido em Quadros de Dança, uma produção NEC (Núcleo de Experimentação Coreográfica).

 

Coreografia: Andrea Gabilondo

Intérpretes: Andrea Gabilondo, Susanne Rosler, Robert Glassburner

A ideia de “Os Convidados” surgiu a partir de um trabalho de pesquisa sobre História da Etiqueta e Rituais do Jantar nas diferentes culturas. Tendo como base a utilização de alguns elementos do significado Mítico do jantar, uma vez que o ritual tem origem nas culturas já há muito desaparecidas e utilizando como linguagem de criação alguns aspectos da Estética Surrealista.

Como um dos aspectos comuns, nas diferentes culturas é a equivalência do jantar ao ciclo da vida. É a partir do pressuposto da morte que se desenrola a narrativa da coreografia.

A Etiqueta surge como forma de controlar actos de violência por parte dos comensais, bem como protegê-los de possíveis atentados, por exemplo, a maneira de servir o vinho de determinado lado ou a maneira de pegar na faca facilitava o controlo de eventuais agressões.

Em conclusão, “Os Convidados” é o resultado dos aspectos míticos do jantar e de alguns elementos do surrealismo combinados com imagens e situações estilizadas do quotidiano.

 

 

Coreografia fumada: Andrea Gabilondo

Cenário quente: Pé de Vento

Luz assada: Rui Damas

Figurinos e adereços à moda de la: Susanne Rosler

Intérpretes com os seguintes ingredientes: Ana D’Andrea, Andra Gabilondo, Daniela Martins, Francisco Almeida, John Bulger, Marcelo José, Marcos Oliveira, Maria Pia, Rui Lima, Susanne Rosler (molho especial de Paulo Oliveira)

Fotografia com queijo: Alberto Magno

Co-chefs: La Marmita e Pé de Vento

Mauricio Kagel escreveu para a estreia de Atem no Curso Internacional de Nova Música em Darmstadt em 26 de Agosto de 1970: “Um dos meus vizinhos é um instrumentista de sopros aposentado. A sua actividade principal nestes dias é de preparar as palhetas para os seus colegas. Para verificar a qualidade das palhetas, ele toca sem0re a mesma curta sequência de notas (floreado/rápido/floreado/pausa/floreado).

O filho do velhote também mora na mesma casa, é trinta anos mais jovem e também é músico. Toca o trombone.” A partir daqui Kagel cria Atem, uma composição para um instrumentista de sopros a solo e a gravação de efeitos de som, na qual se desenvolve uma cena: um músico entra, senta-se e toca. As notas que tenta tocar poucas vezes saem limpas, provocando um monólogo interior onde o texto consiste em sons em vez de palavras. Nesta evocação do teatro de Samuel Becket, o músico envelhece e, no final, incapaz de tocar sem distorção, morre...

A coreografia baseia-se nesta partitura, tomando liberdades teatrais e de movimento: todos os elementos da peça musical estão presentes mas elaborados de outra forma, sendo explorados através da linguagem da Dança/Teatro e restrito cenicamente a um mundo geométrico ao nível da luz.

 

 

Coreografia: Andrea Gabilondo

Interpretação: Robert Glassburner

Desenho de luz: Rui Damas

Gravação em estúdio: Robert Glassburner e Tilike Coelho.

Co-produção: La Marmita e Pé de Vento

A fantasia infantil Xa Hei Paparata Te desenvolve-se como um jogo cénico que, de uma forma divertida, viaja através dos diversos estilos da dança e da sua relação com a música.

Um actor dirige o espectáculo, estimulando constantemente a participação das crianças, enquanto a coreografia mudando agilmente de cenas, ilustra através de pequenas histórias os ritmos musicais, os diversos elementos da dança e a sua história.

Portanto, Xa Hei Papatata Te é uma peça didáctica, cheia de logos e humor, que pretende cativar a atenção de um público infantil, dos 3 aos 12 anos, permitindo-lhes uma participação activa, de forma a que eles possam imaginar tudo o que é possível fazer com a dança.

 

 

Texto e Coreografia: Andrea Gabilondo

Intérpretes: Manuel Neiva, Andrea Gabilondo, António Portela, Daniela Martins, Elena Martinova, Susanne Rosler

Realização de Adereços: Susanne Rosler

Produção: La Marmita

Duas personagens num mundo geometricamente linear são lentamente absorvidas por formas circulares. Este é um trabalho baseado nas ideias conceptuais de Marcel Duchamp, um jogo entre a música e o movimento, onde a ironia e a imaginação estão sempre presentes.

 

Coreografia: Andrea Gabilondo

Intérpretes: Andrea Gabilondo, Robert Glassburner

Contra-regra: Ana Garcia

Montagem de Luz: Francisco Teles

Operação de Luz e Som: Susanne Rosler

Produção executiva: Ana Garcia

Produção: La Marmita

 
 

2015

2014

Uma bailarina descreve de uma forma irónica a história da dança e dos problemas que uma bailarina enfrenta nesta profissão. Por vezes, a performer utiliza a "assistente" para nos guiar na história, outras vezes, dança para descrever através do movimento o estilo de certa époa, para logo regressar ao papel de uma simples bailarina, com as suas inseguranças...

 

Concepção e coreografia: Andrea Gabilondo

Intérpretes: Andrea Gabilondo, Ana Garcia

Produção: La Marmita

© Joana Faria